O ParviDefenders observa, luta, constrói o que falta, e deixa um livro que ninguém consegue reescrever.
Português. Voz masculina. O filme explica com calma. Termina no livro que você pode revisar.
As pessoas de segurança da sua empresa são gente. Trabalham em turno. Olham as telas. Vão embora. Olham de novo de manhã.
O atacante novo não é uma pessoa no teclado. É um enxame de agentes de IA: vários programinhas trabalhando juntos. Eles tentam muitas portas ao mesmo tempo. Dividem o que descobrem. Escrevem truques novos enquanto o ataque ainda está acontecendo. Não dormem. Não esperam segunda-feira.
A dor é simples, mesmo quando é feia:
Esse é o buraco. O ParviDefenders existe para fechá-lo: ver agora, agir agora com regras que uma pessoa já definiu, construir a ferramenta que falta se for preciso, e deixar um livro lacrado de cada ato dos agentes.
São quatro funções juntas, na velocidade do enxame. Não são quatro frases de propaganda. São quatro papéis, feitos por agentes:
Observar (Aegis). Pense em alguém que não sai da porta. Ele fica na tela de entrar que você vê e nas máquinas atrás. Quando começa uma tempestade de senha errada, ou alguém bate numa porta falsa que vocês plantaram para pegar ladrão, ou abre um caminho escondido na máquina, a observação vê enquanto está acontecendo. Aí acorda os outros três. Você não espera até segunda-feira para ficar sabendo.
Lutar (Michael). Quem luta não está solto para fazer qualquer coisa. Tem uma lista curta de ferramentas que uma pessoa já autorizou, como um guarda que pode trancar uma porta e não pode sair na rua batendo nas pessoas. Primeiro ele olha. Depois fecha o buraco que ele tem permissão de fechar. Ele não inventa uma arma nova no escuro. Ele não ataca o atacante de volta. Esse limite é o ponto. Velocidade sem coleira vira outro atacante.
Construir (Forge). Às vezes a lista autorizada ainda não tem a ferramenta. Neste filme, faltava uma tranca depois de muitas senhas erradas. Quem constrói usa mãos extras, terminais de verdade, para escrever essa ferramenta durante a luta. Testa o programa. O arquivo fica no disco. Você pode abrir. Uma pessoa ainda precisa dizer sim antes de o lutador usar essa ferramenta nova. As máquinas são rápidas. Uma pessoa continua no comando de arma nova.
Registrar (Escudo, e o livro). Quem relata escreve um pacote que gente lê, e manda para a polícia se uma pessoa decidir mandar. Cada ato dos agentes também entra num livro criptográfico: numerado, lacrado, que dá para revisar. Isso não é uma história que alguém digitou depois. É a luta, escrita enquanto acontecia.
O ataque pode acabar em minutos. A briga pelos registros dura anos.
É isso que o ParviDefenders faz. E você recebe tudo escrito como registro criptográfico.
Um agente age. Esse passo é numerado. Fica lacrado para não poder ser editado depois. Você abre o livro e lê o que aconteceu. Se alguém tentar mudar uma linha depois, não bate.
Você pode revisar. Nenhuma alteração pode ser feita nesses registros. Esse livro é seu depois da luta.
Esta é uma cópia de treino de um login de empresa. Usuários fictícios. Um Entrar de verdade, com e-mail e senha. Não é loja no ar. Um enxame atacante bate só nesta cópia, para mostrar as quatro funções sem mexer em cliente real.
As janelas vermelhas são o enxame. As outras são as quatro funções. Nove terminais ao vivo. Você está vendo o que eles digitaram, não um desenho de batalha.